A eleição suplementar de Itaú entra em modo de tensão máxima. Foi protocolado o recurso da chapa de Zé Roberto Pezão e Rosa Basílio contra a decisão que havia liberado a candidatura de Fabrício Régis e agora o caso está oficialmente nas mãos do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte.
E o detalhe que mais pesa no cenário: o julgamento ficará a cargo da mesma Corte que já cassou o ex-prefeito André Júnior, primo, aliado e principal fiador político da candidatura adversária. Um histórico recente que, por si só, já muda o clima da disputa.
Nos bastidores, a palavra que mais se ouve agora é uma só: incerteza.
O que antes era tratado como resolvido volta ao centro do debate, reacendendo dúvidas e abrindo espaço para uma possível reviravolta no processo eleitoral
A pergunta que ecoa nos grupos políticos é direta: a candidatura de Fabrício está, de fato, garantida?
Entre apoiadores, o ambiente já não é mais de tranquilidade. Cresce a cautela, aumentam as especulações e o cenário passa a exigir atenção redobrada.
O recado está dado: a eleição segue aberta e cercada de incertezas.
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