A campanha de Fabrício Regis passou a viver um dos momentos mais delicados desde o início das eleições suplementares em Itaú.
Isso porque o Ministério Público Eleitoral em segunda instância deu parecer favorável ao indeferimento da candidatura do candidato do PT no recurso que será julgado pelo TRE/RN.
Na prática, o MP entendeu que Fabrício não teria se afastado da presidência do Conselho Municipal de Assistência Social dentro do prazo exigido pela legislação eleitoral.
O parecer pede que o TRE reforme a decisão da primeira instância e negue o registro da candidatura.
Agora, o caso será decidido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, que tem até o dia 14 de maio — apenas três dias antes da eleição — para bater o martelo sobre a permanência ou não de Fabrício na disputa.
Nos bastidores políticos de Itaú, o clima já é tratado como de forte tensão e insegurança jurídica, principalmente diante do temor de uma reviravolta no TRE.

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